Blog Nunca Fiz

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Ideias para decoração de festa no quintal de casa!

Fazer festa em casa é uma boa ideia para quem pretende economizar e mesmo assim poder oferecer o melhor para sua familia e amigos. Enquanto os espaços para festas exigem datas com antecipação, valores altos e muitas vezes até vinculos com buffet, fazer uma festa no quintal de casa também pode ser linda e divertida.

Hoje trouxemos esse tema para discutirmos as melhores formas de decorar nossa casa para uma festa, usando principalmente o quintal, sendo assim podemos começar a falar da simplicidade das cadeiras e mesas de plástico, que mesmo assim podem ser alugadas e personalizadas de acordo com o tema.









A decoração para festas em casa não é difícil, porém precisamos saber aproveitar os espaços que temos, uma boa ideia é investir nos cantos mortos, aqueles que não cabem uma mesa, não cabem algo realmente útil para a festa e colocar flores, balões, assim podemos preencher os espaços vazios e deixar aquela sensação de decoração profissional. 










Algo muito importante nas festas é saber adaptar, por exemplo, uma festa infantil em casa precisa ter espaço, já que as crianças tendem a correr e brincar. 

Pode não ser necessário muitas mesas e cadeiras, porque não escolher fazer uma mesa adaptada e baixinha com almofadas no chão? 

O poder de adaptar é maravilhoso, podemos oferecer mais comodidade para nossos convidados, usar a criatividade e transformar uma festa em um dia realmente especial. 




As comidas podem ser servidas de diversas formas, talvez você se lembre de suas tias servindo os salgadinhos nas bandejas para toda a família, acredito que essa ainda seja uma boa opção para controlar as etapas e servir cada comida no seu tempo.

Colocar na mesa e deixar os convidados se servirem também é uma opção porém deixe alguém ajudando, assim as crianças também conseguem se servir e sentem que fazem parte de algo, como os adultos.





LEIA MAIS

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Quanto custa ter um filho em 2026? Colocando tudo na ponta do lápis

 Ter um filho muda completamente a vida de um casal. Muda a rotina, as prioridades e, inevitavelmente, o orçamento.

No meio da emoção da descoberta, surge uma pergunta importante: financeiramente, quanto custa ter um filho em 2026?

Os valores variam bastante conforme a cidade, o estilo de vida da família e as escolhas feitas ao longo do caminho. Mas é possível ter uma estimativa realista para se planejar com mais tranquilidade.

Despesas ainda na gravidez

Os gastos começam antes mesmo do bebê nascer — e essa fase costuma ser subestimada.

O pré-natal envolve consultas frequentes com obstetra, exames laboratoriais, ultrassonografias e exames específicos como morfológico, teste de glicemia e, em alguns casos, exames genéticos.

Para quem não tem plano de saúde, o acompanhamento completo pode variar entre R$ 3.000 e R$ 8.000 ao longo da gestação. Mesmo com plano, pode haver coparticipações e exames feitos fora da cobertura.

Alguns exames específicos podem custar entre R$ 500 e R$ 3.000, dependendo da complexidade.


Também entram na conta os medicamentos e suplementos. Ácido fólico, ferro, vitaminas e outros complementos indicados pelo médico podem representar um gasto médio de R$ 150 a R$ 400 por mês. Se houver necessidade de medicações extras, esse valor pode aumentar.

As roupas de gestante também geram investimento. Mesmo reaproveitando peças, é comum comprar roupas mais confortáveis e adequadas para o período. Esse gasto pode variar entre R$ 800 e R$ 3.000 ao longo da gravidez.

Há ainda despesas que muitas vezes não entram no planejamento inicial: cremes, almofadas específicas, fisioterapia pélvica, cursos para gestantes e até ensaio fotográfico. Nada disso é obrigatório, mas acaba entrando no orçamento de muitas famílias.

O parto é um dos maiores custos dessa fase. Em hospital particular, pode variar entre R$ 15.000 e R$ 35.000, dependendo da cidade e do tipo de parto. Com plano de saúde, o valor diminui, mas ainda podem existir taxas adicionais.

Antes mesmo da chegada do bebê, a gestação já representa um investimento significativo.

O enxoval



A estrutura básica para receber o bebê também exige planejamento.

Berço, colchão adequado, cômoda, carrinho, bebê conforto, banheira, roupas, fraldas de pano e itens de higiene fazem parte da lista.

Comprando apenas o essencial e pesquisando preços, o investimento pode ficar entre R$ 5.000 e R$ 10.000. Com marcas mais caras e maior volume de itens, o valor pode ultrapassar R$ 15.000.

Muitos itens podem ser ganhados em chá de bebê ou comprados usados em bom estado, o que reduz bastante o custo inicial.

Os primeiros meses de vida

Depois do nascimento, começam as despesas recorrentes.

Fraldas descartáveis e produtos de higiene podem custar entre R$ 300 e R$ 600 por mês, dependendo da marca e da frequência de uso.

Se houver necessidade de fórmula infantil, o gasto pode aumentar em mais R$ 300 a R$ 800 mensais.

Consultas pediátricas, exames, medicamentos e vacinas que não estão disponíveis na rede pública também entram na conta.

Em média, o custo mensal de um bebê no primeiro ano pode variar entre R$ 800 e R$ 2.000, considerando itens básicos.

Creche e cuidados



Para famílias em que ambos os pais trabalham fora, a creche costuma ser um dos maiores impactos financeiros.

Em escolas particulares, o valor pode variar entre R$ 800 e R$ 2.500 por mês, dependendo da cidade e da estrutura oferecida.

Quando existe apoio de familiares, esse custo pode ser reduzido. Mas quando não há rede de apoio, é uma despesa importante a ser considerada.

Então, quanto custa no primeiro ano?

Somando gravidez, parto, enxoval e despesas mensais, o custo do primeiro ano de um filho pode variar aproximadamente entre R$ 25.000 e R$ 80.000.

O valor pode ser menor com planejamento e escolhas mais econômicas. Também pode ser maior, dependendo do padrão de vida e das necessidades específicas da família.

Como economizar sem abrir mão do essencial

Depois de ver todos esses números, é natural se preocupar. Mas existem formas reais de reduzir os custos.

Optar pelo pré-natal e parto pelo SUS é uma das principais maneiras de diminuir o investimento inicial, eliminando uma das maiores despesas.

No enxoval, priorizar apenas o que é realmente necessário faz diferença. Nem tudo que aparece nas listas da internet é indispensável. Muitos itens acabam sendo pouco utilizados.

Pesquisar antes de comprar também ajuda. Plataformas como a Shopee oferecem opções mais acessíveis para roupas, acessórios e itens de organização. Comparar preços entre lojas físicas e online pode gerar uma boa economia.

Outras estratégias incluem:

Comprar roupas usadas em bom estado
Aceitar itens emprestados de amigos ou familiares
Fazer chá de bebê focado em fraldas e produtos de higiene
Evitar estoque excessivo de roupas recém-nascido

No dia a dia, aproveitar promoções e escolher marcas com melhor custo-benefício também reduz o impacto mensal.

Mais do que números



Colocar tudo na ponta do lápis é importante. Planejamento traz segurança e evita decisões impulsivas.

Ter um filho envolve responsabilidade financeira, mas não precisa ser motivo de desespero. Com organização, informação e escolhas conscientes, é possível adaptar os custos à realidade de cada família.

Entender os números não tira a emoção do processo. Apenas permite viver essa fase com mais equilíbrio e tranquilidade.

LEIA MAIS

Quanto custa construir uma chácara do zero em 2026



Ter uma chácara é o sonho de muita gente. Um lugar para descansar, reunir a família, fugir do barulho da cidade e, quem sabe, até gerar uma renda extra alugando nos fins de semana.

Mas antes de começar a imaginar a piscina e a varanda com rede, vem a pergunta inevitável: quanto realmente custa construir uma chácara do zero em 2026?

A resposta não é única, mas dá para ter uma boa noção.

O terreno é o primeiro grande passo

Tudo começa pela escolha do terreno. E aqui os valores variam bastante dependendo da região.

Em cidades menores ou mais afastadas, é possível encontrar terrenos a partir de R$ 30.000. Já em regiões próximas a capitais ou áreas mais valorizadas, o valor pode ultrapassar R$ 200.000 facilmente.

Outro ponto importante: terrenos com energia, água e acesso facilitado costumam custar mais, mas evitam dores de cabeça (e gastos extras) depois.

O custo da construção

Em 2026, o valor médio da construção gira entre R$ 1.800 e R$ 3.500 por metro quadrado, dependendo do padrão de acabamento.

Uma casa simples de 100m² pode custar entre R$ 180.000 e R$ 350.000.

Agora, se a ideia inclui varanda ampla, área gourmet, churrasqueira e um acabamento mais caprichado, o investimento sobe. 

E a estrutura da chácara?

Muita gente pensa só na casa, mas a chácara envolve mais coisas.

Piscina, cercas, portão, poço artesiano, terraplanagem, paisagismo… tudo isso entra na conta.

Uma piscina pode custar entre R$ 25.000 e R$ 60.000. Um poço artesiano pode chegar a R$ 30.000. Cercas e portões também exigem um bom investimento.

Quando somamos tudo, o valor total para construir uma chácara simples e funcional pode variar, em média, entre R$ 250.000 e R$ 600.000.

Pode ser menos? Pode.
Pode ser mais? Com certeza.

Tudo depende do tamanho do sonho e do nível de conforto que você quer.

Vale a pena?

Para quem busca qualidade de vida, tranquilidade e até uma possibilidade de renda extra, pode ser um excelente investimento.

Mas o segredo está no planejamento. Pesquisar bem o terreno, pedir vários orçamentos e reservar uma margem para imprevistos faz toda a diferença.

Construir uma chácara não é só levantar paredes — é construir um projeto de vida.






Ideias mais baratas para quem está comprando uma chácara

Se você comprou o terreno e percebeu que o orçamento ficou mais apertado do que imaginava, não desanime. Não é necessário fazer tudo de uma vez. Uma chácara pode (e muitas vezes deve) ser construída por etapas.

Muita gente comete o erro de querer entregar o projeto completo logo no início — casa grande, piscina, área gourmet, paisagismo pronto. Mas começar simples pode ser a decisão mais inteligente.

Uma boa alternativa é construir primeiro uma casa compacta e funcional. Um espaço bem planejado, com cozinha integrada e poucos metros quadrados, já atende perfeitamente para finais de semana ou até moradia. Se no futuro surgir a necessidade, ampliar é sempre possível.


Outra estratégia importante é priorizar o essencial: água, energia, cercamento e um espaço confortável para dormir e cozinhar. O restante pode ser feito com calma, conforme o orçamento permitir.

Nos acabamentos, optar por materiais simples e resistentes ajuda bastante a reduzir custos. Piso mais básico, pintura tradicional e estruturas bem executadas já garantem um resultado bonito e durável, sem exageros.

Também vale aproveitar o que a própria natureza oferece. Árvores frutíferas, gramado bem cuidado e um jardim simples transformam o ambiente sem exigir grandes investimentos em paisagismo.



Dividir o projeto em fases costuma trazer mais tranquilidade financeira. Primeiro a infraestrutura, depois a casa, em seguida a área externa e, por último, os itens de lazer como piscina ou espaço gourmet. Assim você evita dívidas e constrói dentro da sua realidade.

No final, o mais importante é lembrar que uma chácara não precisa nascer pronta. Ela pode crescer com o tempo, acompanhando seus planos e suas possibilidades. Muitas vezes, o simples já entrega exatamente o que se busca: tranquilidade, espaço e qualidade de vida.

LEIA MAIS

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Ideias para economizar na alimentação do dia a dia!

 Quando criança odiava comer legumes, principalmente chuchu e abobrinha, carne e frango cozido com muito molho era aterrorizante, até hoje tenho a lembrança de estar a mesa comendo e meus pais brigando para sair apenas quando terminasse.

Por acaso estava pensando em como adicionar mais vitaminas, melhorar meu intestino, comprei chuchu e abobrinha, legumes que pra ser sincera não tem muito gosto, mas mesmo assim decidi fazer, cozinhei cada um em uma panela diferente, pois cada um tem seu tempo de cozimento.

Para esfriar deixei em travessas na mesa, decidi separar em porções pequenas, varios potinhos, do mesmo jeito que eu faço com as frutas aqui em casa. Durante a semana eu fazia arroz e alguma carne/ frango e no prato ia adicionando as pequenas porções, temperava com azeite, sal, orégano e quando eu menos esperava, meu prato estava cheio.

Duas semanas depois dessa compra de legumes, percebi algo que até então não fazia ideia, ter legumes cozidos prontos na geladeira duram mais tempo, preenchem o prato, é economico e ainda te deixa mais saudável!


Vejo as pessoas fazendo a marmita do trabalho, sem pensar em dieta, aqui estamos falando da marmita do dia a dia do trabalhador, apenas com arroz feijão e algum tipo de proteina ( na realidade o pessoal da produção as vezes come salsicha, linguiça calabresa) pensando que isso é uma forma barata de se alimentar, mas na realidade, isso é caro e ruim! ( não é que eu não como isso, mas a frequência de alimentos processados fazem mal a saúde).

Essa semana eu comprei alguns pacotes congelados de  sobrecoxa, porque era o mais barato no mercado, nada de carne, nada de linguiça, apenas ovos e frango, durante esse tempo criei algumas variações, mas o que me salvou mesmo foi os acompanhamentos de legumes e saladas.


Sobrecoxa cozida com arroz e saladinha decoura ralada

Sobrecoxa assada com cenoura e abóbora e arroz

Sobrecoxa assada com arroz e couve 

Omelete com arroz e legumes cozidos 

Embora pareça algo tão comum e normal na vida real, não é algo que encontramos na internet, talvez porque estamos acostumados a procurar coisas que nos agradam o tempo todo, mesmo não gostando dei oportunidade e agora creio que essa estratégia vai me fazer economizar muito nas minhas refeições.

Acredito que a alimentação real do nosso dia a dia é muito diferente daquela que postamos, aquela canja de galinha que a sua vó faz pra você se sentir melhor da gripe, nem sempre chama atenção na internet e acabamos se acostumando apenas com receitas que vemos aqui.

















LEIA MAIS

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Como lidar com a nova geração no trabalho?



Vivemos uma chuva de reclamações sobre a nova geração no ambiente de trabalho.

As empresas não conseguem contratar, começam a ficar desesperadas, buscam pessoas mais velhas ou criam soluções para depender menos de mão de obra.

Desde o ano passado, esse problema caiu no meu colo: contratar novos funcionários.
Em novembro, pensei que realmente ninguém queria trabalhar.
Em dezembro, era óbvio que as festas atrapalhariam.
Mas quando janeiro chegou e nenhum currículo apareceu, o desânimo veio forte.

Foi aí que percebi que talvez o problema não estivesse só nas pessoas.

Decidi focar nos jovens que estão entrando agora no mercado de trabalho, sem experiência. Afinal, alguém precisa dar o primeiro passo. Também mudei o anúncio da vaga. Nada de apresentação bonita da empresa. Apenas o básico, direto e honesto:

Vaga: Primeiro emprego
Empresa: Exemplo. Ltda
O que você vai aprender: lixar peças, usar furadeira de bancada
Local: Rua Ninguém da Silva, 45
Salário: maior que o salário mínimo
Benefícios: vale alimentação e vale transporte

Ser direto não é um erro. Clareza não afasta pessoas — confusão, sim.

O ambiente de trabalho ainda é baseado em uma cultura antiga. Uma lógica quase autoritária, onde o chefe dita regras e o resto obedece. Esse pensamento morreu nos anos 80, mas seguimos fingindo que ele funciona.

O problema não é tecnologia.
É inteligência.

Não precisamos fazer trends ou videozinhos vazios. Precisamos de estratégia.

Uma das minhas maiores dúvidas sobre o Brasil é: como viver depois do trabalho?
Quem trabalha em horário comercial não consegue resolver nada em horário comercial. Banco não funciona no fim de semana. Repartição pública também não. Quando funciona, você perde seu único dia livre. No domingo, então, não há nada.

Acredito que as pessoas estão criando novas fontes de renda para conseguir conciliar trabalho e vida.
Os aplicativos estão aí para isso: fazer o próprio horário, escolher quando e quanto trabalhar.

Mães querem estar perto dos filhos.
Escolhem trabalhos que podem ser feitos de casa.
Começam a vender algo.
Criam negócios pequenos, informais, mas reais.

Existem milhares de trabalhos informais que ganham muito mais do que um salário mínimo. Mas, mais do que dinheiro, essas pessoas ganham vida.

E talvez seja justamente aí que a roda do capitalismo falhe.
Ela não funciona melhor quando as pessoas só trabalham — ela funciona melhor quando as pessoas vivem.

Quando podem ir ao cinema depois do trabalho.
Quando conseguem jantar fora com a família.
Quando têm tempo, energia e vontade de circular, consumir e existir fora do expediente.

Mas hoje estamos todos em um trem lotado, seguindo os mesmos horários e as mesmas regras, mesmo exercendo trabalhos completamente diferentes. E desse jeito, fica impossível.

Então ao invés de fazer videozinho, criar firulas que não tem haver com a sua empresa apenas para contratar pessoas que tal fazer o básico:

Horários masi flexíveis

Salários condizentes com o serviço

Especificar as atividades que os funcionários vão fazer

Ser mais claros sobre o que é esperado 

Folgas conversadas e conciliadas com a empresa x funcionário

Sabemos que a nova geração tem maus habitos com o trabalho, mas as vezes não vem deles, sim do que já presenciaram, seus pais trabalhando quando estao doentes, salarios péssimos para muita funções, não ter dias para descanso/ vida. E naturalmente eles fogem disso. 

E talvez tenhamos algo incrivel nas maos a chance de moldar esse futuro do trabalho, criando novas soluções, com estratégia, pensando na nossa vida também, há um vazio que só a galera dos 30 + podem começar a fazer. 

Acredito fortemente que eu e você que está lendo isso, sabe que nosso propósito não é só ser egoista a respeito da nossa vida, mas também com a nossa sociedade que está perdida, é o tempo de acreditar na nossa força, não há direita e esquerda quando empreendemos, não sejam enganados por lados, o lado é a nossa sociedade, o futuro dos seus filhos, dessa nova geração que ainda pode ser moldada. 




LEIA MAIS

About Me